sexta-feira, 25 de setembro de 2009

AUMENTA PARTICIPAÇÃO DOS EMERGENTES NO FMI

Nem mesmo o exército esfriou os ânimos dos mais de 30 mil manifestantes que foram a Pittsburgh, no estado Americano da pensilvânia para protestar do que chamam de “cobiça do capitalismo”.
Nesta sexta-feira, o policiamento foi reforçado para a Cúpula do G20, reunião que reúne as 20 maiores economias do mundo.
Para conter os protestos, a polícia disparou balas de borracha e gás lacrimogêneo.
Mas, enquanto do lado de for a o clima era de conflito, do lado de dentro, os chefes de estado se comprimentavam.
Durante a foto official, o presidente Lula ficou o tempo todo ao lado do presidente norte Americano, Barack Obama.
Mas, o que o Brasil e o outros países emergentes queriam mesmo era ter mais força nas decisões mundiais e conseguiram. O G20 vai se tornar o principal fórum da economia mundial, substituindo o G8, que reúne as sete nações mais ricas e a Russia.
Em entrevista coletiva, o Presidente Lula disse ter saído satisfeito da cúpula e afirmou que essa, talvez, tenha sido a reunião mais importante do G20 até hoje.
Além de maior influência nas decisões economicas, os países emergentes, os BRICS, Brasil, Russia, India e China terão mais participial no fundo minetário internacional.
O documento do G 20 afirma que há um consendo em aumentar a participação dos emergentes em, pelo menos, 5 por cento, na próxima revisão de cotas que será concluída em 2012. O presidente Lula disse que a negociação foi difícil, mas satisfactó ria.
Na entrevista coletiva que due após a reunião do G 20, o presidente Barack Obama afirmou que o grupo dos vinte tem tomado passos importantes para a recuparação da economia mundial e disse que o pacote de estimulus vai continuar até que os empregos reapareçam.
Na cúpula também ficou que o grupo erá estabelecer regras mais duras sobre o capital dos bancos até 2012.

terça-feira, 22 de setembro de 2009

Lula afirma que não se pode aceitar que golpistas governem em Honduras.

Em Nova York, o presidente do Brasil Lulíz Inácio Lula da Silva falou aos jornalistas sobre a situação política de Honduras. Desde ontem, o presidente deposto do país, Manoel Zelaya, está abrigado na Embaixada do Brasil, em Tegucigalpa.

O presidente disse que falou pela manhã com Zelaya e pediu a ele que não dê pretexto para que os golpistas pratiquem atos violentos contra a embaixada.

O presidente pediu ao governo interino de Honduras que aceite uma negociação democrática e permita que o presidente eleito volte ao poder . “Não podemos aceitar que por divergências políticas, as pessoas se achem no direito de depôr um presidente democraticamente eleito”.

O presidente brasileiro disse em entrevista que espera que a Organização dos Estados Americanos vá a Honduras para ajudar a resolver a situação.

A declaração de Lula foi feita em Nova York, onde o presidente está para
participar da Assembleia Geral das Nações Unidas.


Ana Luísa Médici,NY.

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

PRESIDENTE DEPOSTO DE HONDURAS, MANOEL ZELAYA, VOLTA A CAPITAL DO PAÍS E ESTÁ NA AMBAIXADA BRASILEIRA.

Às vésperas do início da Sexagésima Quarta Assembléia Geral da ONU, o chanceler brasileiro Celso Amorim confirmou que o presidente Hondurenho deposto Manoel Zelaya está hopedado na Embaixada do Brasil naquele país.

Em entrevista a jornalistas em Nova York, Amorim disse que falou por telefone com Zelaya. De acordo com o ministro, Zelaya foi à embaixada por meios próprios e sem armas.

Amorim, afirmou que o governo Brasileiro não teve participação no planejamento de Zelaya para chegar a capital do país e diz que não teme pela segurança da Embaixada Brasileira. O Ministro diz também que espera o apoio da Organização dos Estados Americanos e de outros países.

Para Amorim, a volta de Zelaya a Honduras pode ajudar nas negociações para encerrar a crise política do país. Desde 28 de junho, através de um golpe militar, Zelaya foi afastado do poder e assumiu o país o presidente do Congresso, Roberto Micheletti.

Amorim diz que o governo brasileiro espera resolver a situação através do diálogo e que o Presidente Lula deve aproveitar a vinda à Nova York para buscar apoio na questão de Honduras.

Ana Luísa Médici, NY