Ana Luisa Médici é jornalista, economista e apresentadora do Jornal Repórter Brasil. http://tvbrasil.ebc.com.br/reporterbrasil/
segunda-feira, 28 de setembro de 2009
sexta-feira, 25 de setembro de 2009
AUMENTA PARTICIPAÇÃO DOS EMERGENTES NO FMI
Nem mesmo o exército esfriou os ânimos dos mais de 30 mil manifestantes que foram a Pittsburgh, no estado Americano da pensilvânia para protestar do que chamam de “cobiça do capitalismo”.
Nesta sexta-feira, o policiamento foi reforçado para a Cúpula do G20, reunião que reúne as 20 maiores economias do mundo.
Para conter os protestos, a polícia disparou balas de borracha e gás lacrimogêneo.
Mas, enquanto do lado de for a o clima era de conflito, do lado de dentro, os chefes de estado se comprimentavam.
Durante a foto official, o presidente Lula ficou o tempo todo ao lado do presidente norte Americano, Barack Obama.
Mas, o que o Brasil e o outros países emergentes queriam mesmo era ter mais força nas decisões mundiais e conseguiram. O G20 vai se tornar o principal fórum da economia mundial, substituindo o G8, que reúne as sete nações mais ricas e a Russia.
Em entrevista coletiva, o Presidente Lula disse ter saído satisfeito da cúpula e afirmou que essa, talvez, tenha sido a reunião mais importante do G20 até hoje.
Além de maior influência nas decisões economicas, os países emergentes, os BRICS, Brasil, Russia, India e China terão mais participial no fundo minetário internacional.
O documento do G 20 afirma que há um consendo em aumentar a participação dos emergentes em, pelo menos, 5 por cento, na próxima revisão de cotas que será concluída em 2012. O presidente Lula disse que a negociação foi difícil, mas satisfactó ria.
Na entrevista coletiva que due após a reunião do G 20, o presidente Barack Obama afirmou que o grupo dos vinte tem tomado passos importantes para a recuparação da economia mundial e disse que o pacote de estimulus vai continuar até que os empregos reapareçam.
Na cúpula também ficou que o grupo erá estabelecer regras mais duras sobre o capital dos bancos até 2012.
Nesta sexta-feira, o policiamento foi reforçado para a Cúpula do G20, reunião que reúne as 20 maiores economias do mundo.
Para conter os protestos, a polícia disparou balas de borracha e gás lacrimogêneo.
Mas, enquanto do lado de for a o clima era de conflito, do lado de dentro, os chefes de estado se comprimentavam.
Durante a foto official, o presidente Lula ficou o tempo todo ao lado do presidente norte Americano, Barack Obama.
Mas, o que o Brasil e o outros países emergentes queriam mesmo era ter mais força nas decisões mundiais e conseguiram. O G20 vai se tornar o principal fórum da economia mundial, substituindo o G8, que reúne as sete nações mais ricas e a Russia.
Em entrevista coletiva, o Presidente Lula disse ter saído satisfeito da cúpula e afirmou que essa, talvez, tenha sido a reunião mais importante do G20 até hoje.
Além de maior influência nas decisões economicas, os países emergentes, os BRICS, Brasil, Russia, India e China terão mais participial no fundo minetário internacional.
O documento do G 20 afirma que há um consendo em aumentar a participação dos emergentes em, pelo menos, 5 por cento, na próxima revisão de cotas que será concluída em 2012. O presidente Lula disse que a negociação foi difícil, mas satisfactó ria.
Na entrevista coletiva que due após a reunião do G 20, o presidente Barack Obama afirmou que o grupo dos vinte tem tomado passos importantes para a recuparação da economia mundial e disse que o pacote de estimulus vai continuar até que os empregos reapareçam.
Na cúpula também ficou que o grupo erá estabelecer regras mais duras sobre o capital dos bancos até 2012.
terça-feira, 22 de setembro de 2009
Lula afirma que não se pode aceitar que golpistas governem em Honduras.
Em Nova York, o presidente do Brasil Lulíz Inácio Lula da Silva falou aos jornalistas sobre a situação política de Honduras. Desde ontem, o presidente deposto do país, Manoel Zelaya, está abrigado na Embaixada do Brasil, em Tegucigalpa.
O presidente disse que falou pela manhã com Zelaya e pediu a ele que não dê pretexto para que os golpistas pratiquem atos violentos contra a embaixada.
O presidente pediu ao governo interino de Honduras que aceite uma negociação democrática e permita que o presidente eleito volte ao poder . “Não podemos aceitar que por divergências políticas, as pessoas se achem no direito de depôr um presidente democraticamente eleito”.
O presidente brasileiro disse em entrevista que espera que a Organização dos Estados Americanos vá a Honduras para ajudar a resolver a situação.
A declaração de Lula foi feita em Nova York, onde o presidente está para
participar da Assembleia Geral das Nações Unidas.
Ana Luísa Médici,NY.
O presidente disse que falou pela manhã com Zelaya e pediu a ele que não dê pretexto para que os golpistas pratiquem atos violentos contra a embaixada.
O presidente pediu ao governo interino de Honduras que aceite uma negociação democrática e permita que o presidente eleito volte ao poder . “Não podemos aceitar que por divergências políticas, as pessoas se achem no direito de depôr um presidente democraticamente eleito”.
O presidente brasileiro disse em entrevista que espera que a Organização dos Estados Americanos vá a Honduras para ajudar a resolver a situação.
A declaração de Lula foi feita em Nova York, onde o presidente está para
participar da Assembleia Geral das Nações Unidas.
Ana Luísa Médici,NY.
segunda-feira, 21 de setembro de 2009
PRESIDENTE DEPOSTO DE HONDURAS, MANOEL ZELAYA, VOLTA A CAPITAL DO PAÍS E ESTÁ NA AMBAIXADA BRASILEIRA.
Às vésperas do início da Sexagésima Quarta Assembléia Geral da ONU, o chanceler brasileiro Celso Amorim confirmou que o presidente Hondurenho deposto Manoel Zelaya está hopedado na Embaixada do Brasil naquele país.
Em entrevista a jornalistas em Nova York, Amorim disse que falou por telefone com Zelaya. De acordo com o ministro, Zelaya foi à embaixada por meios próprios e sem armas.
Amorim, afirmou que o governo Brasileiro não teve participação no planejamento de Zelaya para chegar a capital do país e diz que não teme pela segurança da Embaixada Brasileira. O Ministro diz também que espera o apoio da Organização dos Estados Americanos e de outros países.
Para Amorim, a volta de Zelaya a Honduras pode ajudar nas negociações para encerrar a crise política do país. Desde 28 de junho, através de um golpe militar, Zelaya foi afastado do poder e assumiu o país o presidente do Congresso, Roberto Micheletti.
Amorim diz que o governo brasileiro espera resolver a situação através do diálogo e que o Presidente Lula deve aproveitar a vinda à Nova York para buscar apoio na questão de Honduras.
Ana Luísa Médici, NY
Em entrevista a jornalistas em Nova York, Amorim disse que falou por telefone com Zelaya. De acordo com o ministro, Zelaya foi à embaixada por meios próprios e sem armas.
Amorim, afirmou que o governo Brasileiro não teve participação no planejamento de Zelaya para chegar a capital do país e diz que não teme pela segurança da Embaixada Brasileira. O Ministro diz também que espera o apoio da Organização dos Estados Americanos e de outros países.
Para Amorim, a volta de Zelaya a Honduras pode ajudar nas negociações para encerrar a crise política do país. Desde 28 de junho, através de um golpe militar, Zelaya foi afastado do poder e assumiu o país o presidente do Congresso, Roberto Micheletti.
Amorim diz que o governo brasileiro espera resolver a situação através do diálogo e que o Presidente Lula deve aproveitar a vinda à Nova York para buscar apoio na questão de Honduras.
Ana Luísa Médici, NY
segunda-feira, 7 de setembro de 2009
segunda-feira, 31 de agosto de 2009
quarta-feira, 1 de julho de 2009
EU, ETIQUETA - PARA REFLETIR...
De:
Carlos Drummond de Andrade:
EU, ETIQUETA
Em minha calça está grudado um nome
que não é meu de batismo ou de cartório,
um nome… estranho.
Meu blusão traz lembrete de bebida
que jamais pus na boca, nesta vida.
Em minha camiseta, a marca de cigarro
que não fumo, até hoje não fumei.
Minhas meias falam de produto
que nunca experimentei
mas são comunicados a meus pés.
Meu tênis é proclama colorido
de alguma coisa não provada
por este provador de longa idade.
Meu lenço, meu relógio, meu chaveiro,
minha gravata e cinto e escova e pente,
meu copo, minha xícara,
minha toalha de banho e sabonete,
meu isso, meu aquilo,
desde a cabeça ao bico dos sapatos,
são mensagens,
letras falantes,
gritos visuais,
ordens de uso, abuso, reincidência,
costume, hábito, premência,
indispensabilidade,
e fazem de mim homem-anúncio itinerante,
escravo da matéria anunciada.
Estou, estou na moda.
É doce estar na moda, ainda que a moda
seja negar minha identidade,
trocá-la por mil, açambarcando
todas as marcas registradas,
todos os logotipos do mercado.
Com que inocência demito-me de ser
eu que antes era e me sabia
tão diverso de outros, tão mim-mesmo,
ser pensante, sentinte e solidário
com outros seres diversos e conscientes
de sua humana, invencível condição.
Agora sou anúncio,
ora vulgar ora bizarro,
em língua nacional ou em qualquer língua
(qualquer, principalmente).
E nisto me comprazo, tiro glória
de minha anulação.
Não sou - vê lá - anúncio contratado.
Eu é que mimosamente pago
para anunciar, para vender
em bares festas praias pérgulas piscinas,
e bem à vista exibo esta etiqueta
global no corpo que desiste
de ser veste e sandália de uma essência
tão viva, independente,
que moda ou suborno algum a compromete.
Onde terei jogado fora
meu gosto e capacidade de escolher,
minhas idiossincrasias tão pessoais,
tão minhas que no rosto se espelhavam,
e cada gesto, cada olhar,
cada vinco da roupa
resumia uma estética?
Hoje sou costurado, sou tecido,
sou gravado de forma universal,
saio da estamparia, não de casa,
da vitrina me tiram, recolocam,
objeto pulsante mas objeto
que se oferece como signo de outros
objetos estáticos, tarifados.
Por me ostentar assim, tão orgulhoso
de ser não eu, mas artigo industrial,
peço que meu nome retifiquem.
Já não me convém o título de homem.
Meu nome novo é coisa.
Eu sou a coisa, coisamente.
Carlos Drummond de Andrade:
EU, ETIQUETA
Em minha calça está grudado um nome
que não é meu de batismo ou de cartório,
um nome… estranho.
Meu blusão traz lembrete de bebida
que jamais pus na boca, nesta vida.
Em minha camiseta, a marca de cigarro
que não fumo, até hoje não fumei.
Minhas meias falam de produto
que nunca experimentei
mas são comunicados a meus pés.
Meu tênis é proclama colorido
de alguma coisa não provada
por este provador de longa idade.
Meu lenço, meu relógio, meu chaveiro,
minha gravata e cinto e escova e pente,
meu copo, minha xícara,
minha toalha de banho e sabonete,
meu isso, meu aquilo,
desde a cabeça ao bico dos sapatos,
são mensagens,
letras falantes,
gritos visuais,
ordens de uso, abuso, reincidência,
costume, hábito, premência,
indispensabilidade,
e fazem de mim homem-anúncio itinerante,
escravo da matéria anunciada.
Estou, estou na moda.
É doce estar na moda, ainda que a moda
seja negar minha identidade,
trocá-la por mil, açambarcando
todas as marcas registradas,
todos os logotipos do mercado.
Com que inocência demito-me de ser
eu que antes era e me sabia
tão diverso de outros, tão mim-mesmo,
ser pensante, sentinte e solidário
com outros seres diversos e conscientes
de sua humana, invencível condição.
Agora sou anúncio,
ora vulgar ora bizarro,
em língua nacional ou em qualquer língua
(qualquer, principalmente).
E nisto me comprazo, tiro glória
de minha anulação.
Não sou - vê lá - anúncio contratado.
Eu é que mimosamente pago
para anunciar, para vender
em bares festas praias pérgulas piscinas,
e bem à vista exibo esta etiqueta
global no corpo que desiste
de ser veste e sandália de uma essência
tão viva, independente,
que moda ou suborno algum a compromete.
Onde terei jogado fora
meu gosto e capacidade de escolher,
minhas idiossincrasias tão pessoais,
tão minhas que no rosto se espelhavam,
e cada gesto, cada olhar,
cada vinco da roupa
resumia uma estética?
Hoje sou costurado, sou tecido,
sou gravado de forma universal,
saio da estamparia, não de casa,
da vitrina me tiram, recolocam,
objeto pulsante mas objeto
que se oferece como signo de outros
objetos estáticos, tarifados.
Por me ostentar assim, tão orgulhoso
de ser não eu, mas artigo industrial,
peço que meu nome retifiquem.
Já não me convém o título de homem.
Meu nome novo é coisa.
Eu sou a coisa, coisamente.
terça-feira, 30 de junho de 2009
TUDO MUDA !
Incrível!
O Mundo está em transformação, nós estamos em constante transformação, mas mesmo assim, algumas pessoas parecem não admitir a mudança. Continuam fechadas em seu mundo, vivendo do passado, com tradições passadas e visão limitada.
Consideram que a verdade é única e sua própria, acreditam em regras e convenções sociais e continuam a julgar. Para quem acredita que a vida é para ser vivida e que "tudo" muda, O VÍDEO ABAIXO pode dizer muitas coisas.
http://www.youtube.com/watch?v=jpEnFwiqdx8&feature=fvst
O Mundo está em transformação, nós estamos em constante transformação, mas mesmo assim, algumas pessoas parecem não admitir a mudança. Continuam fechadas em seu mundo, vivendo do passado, com tradições passadas e visão limitada.
Consideram que a verdade é única e sua própria, acreditam em regras e convenções sociais e continuam a julgar. Para quem acredita que a vida é para ser vivida e que "tudo" muda, O VÍDEO ABAIXO pode dizer muitas coisas.
http://www.youtube.com/watch?v=jpEnFwiqdx8&feature=fvst
terça-feira, 27 de janeiro de 2009
BEN ABRAHAN - A HISTÓRIA DE UM SOBREVIVENTE DO HOLOCAUSTO
Foram 6 anos em campos de concentração. A adolescência inteira presenciando e vivendo as atrocidades cometidas contra o povo Judeu. Ben Abraham que hoje está com 85 anos, foi liberto das garras dos nazistas aos 20 anos de idade. Autor de mais de 15 livros, entre eles “E o Mundo Silenciou”, Abraham conta suas experiências e diz que o que o salvou foi a esperança.
No dia mundial do Holocausto, 27/01 conversei com Abraham e me emocionei com a história de vida de um sobrevivente...
No dia mundial do Holocausto, 27/01 conversei com Abraham e me emocionei com a história de vida de um sobrevivente...
foto: Ben Abrahan e Ana Luísa Médici
Ana Luisa: Qual a importância do dia mundial do Holocausto?
Ben: É muito importante para se lembrar o que aconteceu, para se aprender com o passado como viver no presente e enfrentar o futuro, para não permitir que as mesmas atrocidades e injustiças se repitam para qualquer pessoa por causa de sua origem, religião ou seu povo.
Ana Luisa: O Sr. Foi para o campo de concentração com quantos anos? E quais as lembranças dessa época?
Ben : Eu fui encarcerado aos 14 anos e fui libertado aos 20. As lembranças são muito tristes, presenciei enforcamento em massa, fuzilamentos, torturas e fui torturado. Você não pode imaginar todas as coisas ruins que aconteceram nessa época. Pessoas na frente das câmaras de gás...despidas...do chaminé do crematório de Auchwitz jorrando fumaça junto com fogo. Eu sentia nas minhas narinas o cheiro de carne queimada...Passei tudo isso, preso, cercado por arame farpado eletrificado. À noite, quando saíamos, víamos muito gente se jogar em cima da cerca, se suicidar por que não agüentavam mais a vida no campo. E eu estou aqui...para contar...para lembrar.
Ana Luisa: O Sr. Tinha esperança de sobreviver?
Ben: Se eu não tivesse esperança de sobreviver à guerra, uma meta que eu mesmo fiz: a de contar tudo depois que acabasse a guerra. Eu só sobrevivi por isso! No Campo, quando uma pessoa perdia a esperança, ela morria.
Ana Luisa: Como foi a recuperação depois que o Sr. Saiu do Campo?
Ben: Quando fui libertado eu pesava 28 kg, estava com tuberculose dupla, desinteria com sangue e sobrevive...e estou aqui com vocês.
Ana Luisa: Por que o Sr. Escolheu o Brasil?
Ben: Porque quando criança eu ouvia conversas de meu pai com seus amigos, dizendo que gostaria de vir ao Brasil. Ele dizia que o tio dele escrevia dizendo que era um país bom, com povo tolerante...meu pai dizia que gostaria de vir ao Brasil e depois da Guerra me lembrei dessas palavras e escolhi o Brasil. Hoje, sou cidadão honorário.
Ana Luisa: O que fica para nós da história da Segunda Guerra Mundial. O que o Sr. Vê para o futuro?
Ben: Eu acho que a humanidade não aprendeu nada. Depois da Segunda Guerra, muitas outras continuaram a existir e milhares de pessoas continuaram a sofrer.
Ana Luisa: Uma coisa que eu sempre me perguntei e gostaria de saber se o Sr. Já se perguntou sobre isso. Um povo como o Alemão tão civilizado...Como pode ter se deixado levar por uma pessoa como Adolf Hitler ? O Sr. Já se perguntou sobre isso?
Ben: Eu tenho pensado... que se um tal Hitler, um homem que surgiu do nada, conseguiu transformar um povo tão civilizado como o alemão...o que pode acontecer com qualquer outro povo se surgisse outro tirano? Eu espero que as atrocidades feitas contra os Judeus não voltem a acontecer com nenhum outro povo...
A HISTÓRIA
Sob a doutrina do terceiro Reich imposta por Adolf Hitler, cerca de sete milhões e quinhentas mil pessoas perderam a dignidade e a vida em campos de concentração. O Nazismo visou principalmente os Judeus, mas não poupou também ciganos, negros, homossexuais, comunistas e doentes mentais. Estima-se que seis milhões de Judeus tenham morrido na segunda guerra mundial, o que representava 60 % da população judaica na Europa.
Holocausto em Hebraico significa destruição, catástrofe, ruína. Foi assim que os Judeus denominaram a perseguição em massa feita pelos nazistas de Hitler contra seu povo.
E para homenagear às vitimas do holocausto, as Nações Unidas instituíram o dia 27 de janeiro como Dia Mundial da Lembrança do Holocausto – foi nessa data, em 1945 que os soviéticos liberaram o amis famoso campo de concentração do Mundo, o de Auschwitz, na Polônia.
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