terça-feira, 25 de novembro de 2008

CRISE FINANCEIRA INTERNACIONAL...COMO EXPLICAR?

Depois de pensar muito sobre a crise financeira internacional e me perguntar: Como ninguém pôde prever este rombo gigantesco no sistema financeiro intenacional? Como todos os economistas que entrevistei durante o ano todo de 2008 erraram tanto em suas projeções?
Depois de tantas perguntas, finalmente recebi um e-mail esclarecedor de um amigo jornalista.
Aí vai a explicação -
Seu Biu tem um bar, na Vila Carrapato, e decide que vai vender cachaça "na caderneta" aos seus leais fregueses, todos bêbados, quase todos desempregados. Porque decide vender a crédito, ele pode aumentar um pouquinho o preço da dose da branquinha (a diferença é o sobrepreço que os pinguços pagam pelo crédito). O gerente do banco do seu Biu, um ousado administrador formado em curso de emibiêi, decide que as cadernetas das dívidas do bar constituem, afinal, um ativo recebível, e começa a adiantar dinheiro ao estabelecimento tendo o pindura dos pinguços como garantia. Uns seis zécutivos de bancos, mais adiante, lastreiam os tais recebíveis do banco, e os transformam em CDB, CDO, CCD, UTI, OVNI, SOS ou qualquer outro acrônimo financeiro que ninguém sabe exatamente o que quer dizer. Esses adicionais instrumentos financeiros, alavancam o mercado de capítais e conduzem a operações estruturadas de derivativos, na BMF, cujo lastro inicial todo mundo desconhece (as tais cadernetas do seu Biu). Esses derivativos estão sendo negociados como se fossem títulos sérios, com fortes garantias reais, nos mercados de 73 países. Até que alguém descobre que os bêubo da Vila Carrapato não têm dinheiro para pagar as contas, e o Bar do seu Biu vai à falência. E toda a cadeia sifu.

TAJ MAHAL...essa história eu vou contar


Era uma vez um príncipe chamado Kurram que se enamorou por uma princesa aos 15 anos de idade. Kurram ficou 5 naos sem poder encontrar com a amada, até que se casaram em 1642 e ela foi rebatizada pelo nome Mumtaz Mahal “ A eleita do palácio” . O Príncipe foi coroado em 1612 com o nome de Shah Jahan “ O Rei do Mundo”
Mas, Mumtaz morreu ao dar à luz ao 14º filho do casal e morreu aos 39 anos. O Imperador ficou tremendamente desgostoso e inconsolável e, segundo crónicas posteriores, toda a corte chorou a morte da rainha durante 2 anos.
Shah Jahan ordenou então que fosse construído um monumento sem igual, para que o mundo jamais pudesse esquecer.. O mármore fino e branco das pedreiras locais, Jade e cristal da China, Turquesa do Tibet, Lapis Lazulis do Afeganistão, Ágatas do Yemen, Safiras do Ceilão, Ametistas da Pérsia, Corais da Arábia Saudita, Quartzo dos Himalaias, Ambar do Oceano Índico.
Surge assim o Taj Mahal. O seu nome é uma variação curta de Mumtaz Mahal.. o nome da mulher cuja a memória preserva. Na penumbra, a câmara mortuária está rodeada por finas paredes de mármore incrustado com pedras preciosas que forma uma cortina de milhares de cores.
Diz-se que o imperador Shah Jahan queria construir também o seu próprio mausoléu. Este seria do outro lado do rio. Muito mais deslumbrante, muito mais caro, todo em mármore preto, que seria posteriormente unido com o Taj Mahal através de uma ponte de ouro. Tal empreendimento nunca chegou a ser levado a cabo. Após perder o poder, o imperador foi encarcerado no seu palácio e, a partir dos seus alojamentos, contemplou a sua grande obra até à morte. O Taj Mahal foi, por fim, o refúgio eterno de Shah Jahan e Mumtaz Mahal. Posteriormente, o imperador foi sepultado ao lado da sua esposa, sendo esta a única quebra na perfeita simetria de todo o complexo do Taj Mahal.

VOLTANDO À INDIA...


Eu simplesmente amo viajar...já conheci alguns lugares exóticos...mas, a Índia é um caso a parte.
Antes de ir pensei em encontrar um desenvolvimento semelhante ao do Brasil, já que a Índia é um dos BRICS (cinco países mais industrializados do Mundo)...mas, o que vi foi muito diferente...
Está certo que o país tem 1,1 bilhão de habitantes em um território bem menor do que o Brasileiro, mas a miséria por lá chama a atenção.
Em Nova Delhi, capital da Índia há mendigos por todos os cantos, em cada farol, cada esquina. 1 dólar para eles é uma verdadeira fortuna. Há muita criança sem roupa pedindo esmola, mulheres chorando por um trocado e homens que fazem qualquer negócio para colocarem comida na mesa de suas famílias.
Mas, apesar da pobresa há muita humildade, calor humano e curiosidade pelos que vem de fora.
Fomos muito bem recebidos.
Outra coisa que chama a atenção é a cultura desse povo...muitas religiões, clientelismo e tradições.
Os monumentos e a história são um capítulo a parte...
Enfim, nada como uma viagem para nos fazer ver o Mundo!

DOIS MESES FORA...MAS VOLTEI!!!


Estou há praticamente 2 meses sem escrecer em meu Blog...mas, há algumas explicações...primeiro tive que ir pra Índia a trabalho - foi o máximo! mas, me tirou uma energia...que quando voltei no final de outubro fiquei um tempo "meditando"...rsrrs
Depois veio a crise financeira internacional e como cubro muita economia...fiquei esses meses inerte ao problema - ME ENVOLVI TANTO...QUE ESQUECI DO RESTO!!!
Mas vou contar as experiências que tive aos poucos aqui...

segunda-feira, 22 de setembro de 2008

OS EFEITOS DA CRISE FINANCEIRA INTERNACIONAL...

O Presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, falou nesta segunda-feira, na capital paulista a uma platéia de empresários no “ Fórum de Debates Holísticos e Empresarial”. O presidente admitiu que a crise financeira internacional terá impacto no Brasil, mas disse que o país está mais preparado do que no passado para enfrentar as turbulências internacionais. Henrique Meirelles disse também que o Banco Central acompanha de perto a crise “não subestimamos a crise, mas estamos certos de que o Brasil está fazendo a lição de casa”.
Segundo o Presidente do Banco Central, a eliminação da dívida doméstica atrelada ao dólar aumentou a defesa do país. Antes, 40 % da dívida era atrelada ao dólar, e com a valorização da moeda norte-americana, a dívida aumentava. Mas, a situação se inverteu, e hoje, o País é credor em dólar.
Meirelles também enfatizou o aumento das reservas internacionais que passaram de US$ 16 bilhões em 2003 para os atuais US$ 208 bilhões.
No mesmo evento, o Presidente do Banco Bradesco, Márcio Cypriano, afirmou que já está mais difícil conseguir crédito internacional, mas que não faltará dinheiro para financiamentos no país. Ele disse ainda que os juros, provavelmente, ficarão mais altos por conta da crise internacional e da alta da própria taxa básica de juros da economia.
Crise de crédito que preocupa os industriais Paulistas, de acordo co Ricardo Martins, diretor-adjunto do Departamento de Comércio Exterior e Relações Internacionais da Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo), a falta de crédito internacional pode reduzir o ritmo de investimentos na indústria. Outro fator que preocupa os empresários é a queda das exportações, devido a diminuição da demanda internacional.
Ainda de acordo com Ricardo, os possíveis efeitos da crise financeira internacional no mercado brasileiro, deixaram as empresas do país em compasso de espera, isso porque ainda não se sabe a extensão da crise.